segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Redenção: Vereadores autorizam prefeito Marcelo Borges a contrair empréstimo de R$ 35 milhões junto ao Banco do Brasil


Na última sexta-feira (31) a Câmara Municipal de Vereadores, autorizou o prefeito de Redenção Marcelo Borges, a contratar um empréstimo na ordem de R$ 35 milhões de reais. O projeto foi aprovado depois de ter sido debatido pela sociedade durante uma audiência pública e sessão extraordinária da Câmara Municipal de Vereadores.

O empréstimo será contraído junto ao Banco do Brasil, e será destinado para construção de diversas obras e serviços no município de Redenção. Dentre as obras, destaca-se a construção de um Centro Administrativo da Prefeitura de Redenção, uma Usina de Energia Elétrica Fotovoltaica e pavimentação asfáltica de diversas ruas e avenidas de Redenção. A matéria bastante discutida, foi aprovado durante a sessão extraordinária realizada no Auditório da Secretaria Municipal de Educação, em virtude da sede do poder legislativo estar em processo de reforma. O vereador e líder do governo Rodrigo Universo, disse que o empréstimo, representa um marco histórico para o município de Redenção, pois o crédito vai ajudar no desenvolvimento de Redenção, pois o valor será aplicado em obras, serviços e na economia local. Ainda segundo o parlamentar o empréstimo só foi possível, devido à Prefeitura de Redenção, está habilitada para contrair o valor, pois outros gestores tentaram contrair o empréstimo, mas devido o CNPJ da prefeitura estar inclusa no CERASA, não era possível a contratação do crédito’’. ‘’Eu me sinto muito feliz em poder participar de um momento tão importante para o município de Redenção, aprovamos a contratação de um empréstimo que vai promover o desenvolvimento e de nossa cidade. Esse empréstimo de R$ 35 milhões, só foi possível, devido a atual maquina publica estar com o CNPJ limpo’’, disse Rogerio. Mesmo considerando a matéria ser importante para o município o vereador Delegado Washington, votou de forma contraria ao projeto por entender que faltou um orçamento prévio junto as outras agencias bancarias para saber se as taxas de juros seriam mais baixas. Dinho Santos  

 

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