A novela ‘’Eleição da Mesa
Diretora da Câmara Municipal de Vereadores de Santa Maria das Barreiras’’ teve
mais um capítulo na última segunda-feira (05). Desta vez o cenário foi o
Tribunal de Justiça do Estado do Pará-TJPA, que determinou uma nova eleição
para a escolha do presidente da Casa de Leis para o biênio 2019 e 2020. A desembargadora
Diracy Nunes Alves, atendeu o Agravo de Instrumento, apresentado pela defesa do
ex-presidente Adriano Salomão, onde através de uma liminar determinou que seja realizado uma nova eleição
para a escolha do presidente. De acordo
com a decisão da desembargadora, a convocação para uma sessão ordinária para a realização
do processo eleitoral será presidida pelo vereador Adriano Salomão. A decisão da
desembargadora, deve colocar um ponto final no imbróglio em que se tornou a escolha
do novo presidente. Entenda o caso: No dia
22 de agosto de 2018, durante uma sessão ordinária o vereador Iraton Resende,
foi eleito como o novo presidente da Casa de Leis. A eleição contou com a participação
de oito vereadores. A sessão foi presidida pelo então vice-presidente Romeu
Costa, que colocou em votação um requerimento antecipando a data da eleição para
o mesmo dia de votação do requerimento. A sessão foi realizada sem a presença
do presidente Adriano Salomão, do 1º secretário Jandelson Mundoca e o vereador Duda.
No dia 27 de novembro de 2018, o presidente Adriano Salomão, convocou uma nova eleição,
após seis vereadores anular a sessão que elegeu o vereador Iraton Resende como
presidente. Nesta data a vereadora Clenir Del Sant foi eleita como presidente
da Mesa Diretora. Anulação: De acordo com a decisão da desembargadora, um
dos pontos que contribuiu para a anulação da sessão que elegeu o vereador Iraton Resende como
presidente, foi a realização de três sessões ordinárias no mesmo dia. A justiça
entendeu que o vice-presidente Romeu Costa que presidiu a sessão feriu o
regimento interno da casa e a Lei Orgânica do Município. Por outro lado o fato
da sessão que elegeu a vereadora Clenir Del Sant, ter sido realizada sem a
presença de cinco vereadores aliados do vereador Iraton Resende que estavam em
viagem para a capital do Estado, a desembargadora entendeu que cerceou o
direito de votação dos edis, por isso ela determinou a realização de uma nova
eleição para a escolha do presidente. Com a decisão nova eleição a população acredita-se
que seja colocado um ponto final na novela que já dura sete meses. Dinho Santos


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