A dor dos familiares do ex-servidor público Robson de Oliveira, popularmente conhecido por ‘’Robinho’’, assassinado de forma covarde no garimpo Maria Bonita, no dia 18 de abril deste ano, não cessa.
O sofrimento é ainda maior, em saber que o autor do
assassinato continua livre, com o se não tivesse constas a acertar com a
justiça. Essa triste experiência tem sido vivenciada pelos pais, irmãos, amigos
e aqueles que conviviam com Robinho, que foi morto pelo ex-cunhado Antônio de
Souza, conhecido por ‘‘Toninho’’ depois que a vítima e o acusado discutiram na
presença de familiares e trabalhadores no barraco localizado no garimpo da
Maria Bonita, município de Cumaru do Norte. No próximo dia 18 o crime completa
4 meses e até o momento familiares não sabem nada sobre o andamento das investigações
ou se o nome do acusado consta na lista da polícia como procurado pela justiça.
Segundo testemunhas ‘’Toninho’’ disparou um tiro de espingarda calibre 20, no momento em que Robinho foi ligar o gerador de energia que havia sido desligado de forma proposital pelo ex-cunhado que era amigo da vítima. Segundo familiares da vítima, após o crime o autor do crime deixou a região e a Polícia Civil, não forneceu mais nenhuma informação sobre o paradeiro ou sobre se foi feito a solicitação de prisão preventiva do acusado. ‘’Nosso sofrimento é muito grande, não temos nenhuma informação sobre o caso, nem de como anda as investigações, o sentimento de impunidade faz doer o peito de cada um de nós, o medo da morte do Robson cair no esquecimento machuca ainda mais’’, disse um familiar. Amigo de trabalho e muitos anos de convívio, Francisco da Costa Dias, é outra pessoa que cobra a prisão do criminoso. ‘’A polícia tem os mecanismo para descobrir o paradeiro do assassino, a morte do Robinho, não pode ficar impune, se for necessário faremos um manifesto, vamos chamar a imprensa, acionar o Ministério Público, faremos o que for necessário para que o autor assassino do meu amigo Robinho, seja preso. Nós queremos que a justiça seja feita’’. A reportagem tentou entrar em contato pelo telefone com o delegado responsável pelas investigações para saber se a prisão preventiva do acusado já foi solicitado a justiça, ou se existe um mandado de prisão preventiva, mas até o momento da postagem a mensagem não foi respondida pelo delegado. Dinho Santos

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