sábado, 20 de fevereiro de 2021

Abandono: Precariedade das pontes na Rodovia BR-158 no sul do Pará é o pesadelo dos motoristas

Trafegar pela Rodovia  BR-158 no trecho que liga Redenção a Casa de Tábua , no sul do Pará, exige muita paciência por parte dos motoristas e passageiros nesses últimos dias em que que o período  chuvoso tem se intensificado.  






Antes, eram os buracos e crateras que faziam com que a viagem no trajeto de 100 Km, durasse cerca de 3 horas  em carros de passeio e mais de cinco horas para os caminhões e carretas que trafegam pela importante rodovia, considerada como o corredor do transporte de grãos entre os estados do Mato Grosso e Pará.

Um trabalho paliativo feito pela Ministério dos Transportes, por meio do Departamento Nacional de Transporte -DNIT, recuperou o asfalto levando o tráfego a fluir na importante rodovia.

Com a intensificação do período chuvoso,  as velhas e antigas pontes de madeiras existentes no trecho, tornaram-se o pesadelo  dos motoristas e passageiros, promovendo a interrupção do tráfego na rodovia. Na última sexta-feira (19), mais uma vez o trânsito foi interrompido no trecho, por causa das pontes de madeiras.

 



O trânsito ficou interrompido em três locais no trecho de 100 km. As interrupções  ocorreram sobre a ponte do Inajazão,   rio Água Preta  e Inajazinho, por causa da precariedade de buracos que se formaram nas cabeceiras das  pontes. Existe o perigo iminente da ponte feita como desvio por sobre o rio Inajá, ser levada pela água da chuva que a cada dia aumenta o volume. A ponte construída abaixo do nível da antiga velha ponte, corre o risco de ser levada pela água e assim interromper o tráfego e criar um caos na região para aqueles que tem que utilizar a  importante rodovia.


O motorista Carlos da Silva Carvalho, culpa a empresa que venceu a licitação para a construção das pontes. Segundo ele a empresa começou o trabalho de instalação dos pilares, aí enrolou o verão todo, não adiantou os serviços aí veio as chuvas e nenhuma ponte foi construída. ‘’Eu culpo a empresa que veio para construir essas pontes, começou no verão, enrolou, fingiu que iria fazer o serviço e olha aí o resultado, nada de ponte de concreto e que de madeira que foi feita por ela ainda corre o risco de ser levada pelas águas’’, desabafou o motorista

 PROMESSA: Até o momento, as palavras do Ministro de Infraestrutura,   Tarcísio Gomes Freitas, não passam de promessas, pois, passou o verão, chegou o inverno e as pontes assassinas e armadilhas continuam no mesmo lugar e os motoristas tendo que se arriscar a passar por sobre elas, para poder assim trabalhar e defender o sustento de suas famílias. A última informação obtida pela reportagem é a de que a situação de precariedade e interrupção do trafego no trecho da BR-158 continua neste sábado (20). Dinho Santos 

 

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