
O Ministro afirmou nesta quarta-feira (25) que o
pronunciamento trouxe alerta para a importância da economia. Entidades médicas
e políticos criticaram discurso do presidente contra as medidas de isolamento
social adotadas nos estados. Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter feito um pronunciamento criticando
medidas de isolamento social adotadas no Brasil contra a Covid-19, o ministro
da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesta quarta-feira (25) que permanece
no cargo e defendeu o posicionamento do presidente.
"Eu vou deixar muito claro: eu saio daqui na hora
que acharem que eu não devo trabalhar, que o presidente achar, porque foi ele
que me nomeou. Ou se eu tiver doente, o que é possível, eu ter uma doença, ou
no momento que eu achar que esse período todo de turbulência já tenha passado e
que eu possa não ser mais útil. Nesse momento de crise agora, eu vou trabalhar
ao máximo. Equipe está todinha focada. Nós vamos trabalhar com critério técnico",
disse Mandetta.
Atividade econômica: Mandetta defendeu a manutenção da atividade econômica
no Brasil. Ele afirmou que essa é uma das preocupações do comitê
interministerial que atua no enfrentamento da crise. "Tenho certeza que
esse comitê vai achar boas soluções para a economia", disse Mandetta.
O ministro citou a agropecuária como exemplo de ramo
que precisa continuar ativo para evitar consequências em outros setores.
"Eu sou de um estado agrícola. Nós temos safra para colher,
uma safra daqui a pouco para plantar e sem alimento não adianta a gente fazer
luta, porque quem está segurando a economia desse país é o agro. A gente então
precisa pensar tudo isso", disse o ministro, para na sequência apoiar o
pronunciamento de Bolsonaro, que foi criticado por políticos e entidades
médicas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário