O ex-deputado
federal Renildo Leal dos Santos, do (MDB), foi condenado a devolver mais de R$
140 mil aos cofres públicos. O dinheiro e referente ao superfaturamento na
compra de uma ambulância destinada para o município de Placas no Estado do Pará,
no períodos dos anos de 2001 e 2002, quando o
acusado exercia a função de deputado federal. No ano de 2006, o ex-parlamentar
foi acusado pela Polícia Federal de integrar um esquema fraudulento que na época
ficou conhecido como Máfia dos Sanguessugas, juntamente com vários deputados de
outros estados brasileiro. Esquema: Os
integrantes do esquema fraudulento que envolvia deputados e empresários,
consistia na realização de fraudes em licitações para aquisição de ambulâncias
superfaturadas em dezenas de municípios do país. As informações foram divulgadas pelo
Ministério Público Federal no Pará. O empresário Luiz Antônio Trevisan Vedoin,
foi condenado juntamente com o ex-deputado, pelo crime de improbidade administrativa
e, assim como o ex-parlamentar, teve os direitos políticos cassado pelo período
de oito anos. A sentença foi dada pelo Juiz Érico Pinheiro, da Comarca Federal
da cidade de Santarém, no Oeste do Pará, após analisar o processo encaminhado
pelo Ministério Público Federal, que
investigou os desvios de recursos. Segundo a sentença, o município de Placas
foi beneficiado com dois convênios firmados com o Ministério da Saúde, por meio
do Fundo Nacional de Saúde (FNS), a partir de emendas parlamentares propostas
por deputados federais, entre eles Renildo Leal, que à época exercia o mandato
na Câmara. As investigações apontaram 57 deputados federais como integrantes do
esquema, no Estado do Pará, além de
Renildo Leal, o atual deputado Raimundo
Santos, que na época da descoberta do esquema atuava como deputado federal pelo
PL, também foi citado como participante do esquema fraudulento.

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