A operação comandada pelo Carlos César da Silva, investiga a morte do Professor Márcio Cléber da Cunha, de 37
anos, morto de forma barbara na cidade de Xinguara. .
A Polícia Civil desencadeou na última segunda-feira (05) a segunda fase da ‘’Operação Caim’’ que visa apurar fatos que leve a comprovação dos envolvidos na morte do professor Márcio Cléber, que foi brutalmente assassinado na cidade de Xinguara, no dia 27 de setembro do corrente ano.
A Polícia Civil desencadeou na última segunda-feira (05) a segunda fase da ‘’Operação Caim’’ que visa apurar fatos que leve a comprovação dos envolvidos na morte do professor Márcio Cléber, que foi brutalmente assassinado na cidade de Xinguara, no dia 27 de setembro do corrente ano.
Durante a operação que contou com a participação do delegado José Carlos, foram cumpridos dois mandados de prisão
temporária e dois mandados de buscas e apreensão de adolescentes. Os envolvidos
que não tiveram os nomes revelados estão sendo acusados de participação no
crime que chocou a população de Rio Maria, devido a brutalidade do crime. Investigações feitas pela Superintendência Regional do Alto Xingu, que contou com o
apoio do Núcleo de Apoio à Investigação-NAI-Sul, comandado pelo delegado Alécio
Neto, revelaram que o assassinato do professor fora praticado por três
adolescentes que atraíram o professor Márcio Cléber, para um local ermo na
cidade de Xinguara, onde assassinaram o educador a pauladas. De acordo com as
investigações, na noite em que foi morto,
o professor recebeu uma ligação de um dos adolescentes, onde ficou combinado do
professor se encontrar com o menor na cidade de Xinguara. Depois de alguns minutos
no local na companhia de dois menores, Marcio Cléber, foi agredido a pauladas
por um terceiro menor que chegou ao local e com a ajuda dos outros dois
adolescentes, ceifaram a vida da vítima de forma barbara e cruel. Depois de assassinar
o educador, os autores do crime, subtraíram o aparelho celular, a motocicleta e dinheiro em dinheiro da vítima. Um dos
adultos que teve a prisão temporária decretada pela Justiça é pai do
adolescente e dono da linha telefônica que fez a chamada para o professor. Um outro
envolvido foi preso pelo fato de ter ficado sabendo do crime e ao invés de
informar a polícia, incentivou um dos criminosos a fugir. Os envolvidos estão
recolhidos na Delegacia de Polícia Civil de Rio Maria, aguardando a decisão da
Justiça. A operação contou com o apoio do Ministério Público Estadual de policiais civis da Delegacia de Rio Maria, comandados pelo delegado Carlos César da Silva. Dinho
Santos, com informaçoes de Isnaldo Alves .

Justiça!
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