

O presidente da Ordem
dos Advogados do Brasil-OAB, Sub Seção de Redenção, Carlos Eduardo Teixeira,
anunciou durante coletiva a imprensa na manhã desta quarta-feira que a entidade
juntamente com a AOB-Pará, vai fazer a
defesa dos procuradores e assessores jurídicos, que Redenção: Presidente da OAB
de Redenção diz que a ordem vai defender assessores foram arrolados na acusação
do crime de improbidade administrativa contra nove advogados que atuam na
Prefeitura de Redenção. A ação foi movida pelo Ministério Público Estadual,
presidida pelo promotor Leonardo Caldas.
Segundo Carlos Teixeira, a OAB, vai mover ação contra o Promotor Público
e o Juiz Erichson Alves Pinto, da 1ª Vara Cível de Redenção. Prejuízo: Segundo o Ministério Público, os seis
procuradores e três assessores, causaram um prejuízo de R$ 4 milhões, aos
cofres públicos, por receber gratificações indevidas. O advogado Marcelo Mendanha,
questionou a ação do Ministério Público, quando diz que os acusados por ter
cargos de dedicação exclusiva, não poderia prestar serviços em outros municípios
e nem nos escritórios de advogacia. Mendanha,
disse que a ação foi arbitrária, pois os advogados estavam amparados por um
Decreto Municipal assinado pelo ex-prefeito Jorge Paulo da Silva, o JPC,
publicado no ano de 2006, que autoriza, professores, eletricistas, encanadores,
assessores, médicos, procuradores, assessores, advogados, pedreiros e outros
servidores. Segundo Marcelo Mendanha, os procuradores estavam amparados pelo
Decreto Municipal vigente há mais de 11 anos. O presidente da ordem questionou também
o valor das gratificações que chega a R$ 4 milhões, sendo que havia advogados
que recebiam R$ 4 mil reais de vencimentos. Não sabiam da ação: Carlos Eduardo questionou também o fato dos
envolvidos não ação, não terem sido ouvidos pelo MP e ficaram sabendo da ação,
quando um deles foi fazer compras em supermercado e quando passou o cartão eletrônico
para efetuar o pagamento, recebeu a informação de que sua conta havia sido
bloqueada pela Justiça. Os procuradores Bruno Timóteo Silva
Rezende, Walteir Gomes Rezende, Gleydson da Silva Arruda, Rafael Melo de Sousa,
Fernanda Souza Teodoro e Ricardo Sérgio Sarmanho de Lima; e Adilson Vitorino da
Silva e Wagner Coelho Assunção, assessores jurídicos, tiveram o bloqueio de
bens pela Justiça. Indagado sobre quem havia efetuado a denuncia contra
as possíveis irregularidades, o presidente da OAB, disse que muitas das
avalanches de denuncias tem sido feita por cidadãos comuns, anônimas, vereadores
que a função de fiscalizadores e outros. Para Carlos Eduardo, a procedência das
denuncias e irrelevantes e a OAB, vau atuar na defesa dos acusados e buscar informações
e respostas de por que somente os procuradores e assessores jurídicos foram
arrolados no processo. Dinho Santos
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