segunda-feira, 4 de maio de 2015

Reforma política e BR-158 são temas de audiências de Joaquim Passarinho

O debate sobre a reforma política está sendo levado para vários pontos do Estado do Pará graças à iniciativa do deputado federal Joaquim Passarinho (PSD-PA). No último dia 24, o parlamentar participou de audiências nos municípios de Redenção e Rio Maria e, no dia 25, em Conceição do Araguaia. 

























Vereadores e prefeitos de diversos municípios aproveitaram a oportunidade e se fizeram presentes. Estiveram nesses encontros, além das cidades-sedes, representantes de Pau d’Arco, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Xinguara, Sapucaia, Água Azul, Floresta do Araguaia e Cumaru do Norte.
No mesmo dia 24 houve reunião com prefeitos e vereadores de toda a região em Redenção, que fica no sudeste do Pará, quando foi discutida a questão da infraestrutura, especialmente em relação à BR-158 , que liga Redenção a Santana do Araguaia. “Essa rodovia, que passa por Redenção, é muito importante para o escoamento de grãos”, observou Joaquim Passarinho. “A rodovia está intrafegável, com pontes em péssimas condições. Precisamos fazer alguma coisa para revolver isso”, acrescentou. No último dia 28, o deputado federal, junto com outros líderes - prefeitos, vereadores e produtores da região afetada - levou o problema ao Ministério dos Transportes.
Debate - Como único representante da região Norte na Comissão Especial da Reforma Política, na Câmara Federal, Passarinho tem levado a esses encontros informações sobre as discussões em Brasília e também ouvido propostas dos diversos setores e as levado ao Congresso Nacional.
O deputado paraense se disse entusiasmado com o sucesso da iniciativa, que lotou as câmaras municipais. “Houve uma participação muito boa”, observou. “Foi uma forma também de, menos de três meses depois de assumir o mandato, prestar contas a essa importante região do Pará”, explicou.
Joaquim Passarinho, nas audiências, falou sobre os principais pontos que estão sendo discutidos na Comissão Especial da Reforma Política, como a manutenção do financiamento privado de campanha, mas com um teto absoluto, não com um valor percentual. Como está hoje, observou o parlamentar, o teto percentual de 2% cria distorções ao se comparar o que esse montante representa quando vem de uma pequena empresa ao disponibilizado por uma multinacional.
O tema que tem causado aflição nos vereadores e prefeitos em relação à reforma política é o chamado “mandato tampão”. Para que todas as eleições, de presidente a vereador, sejam na mesma data, prefeitos e vereadores cumpririam mandato de dois anos, até 2018. Muitos parlamentares entendem que investir e concorrer a um mandato de dois anos pode não ser vantajoso ou viável. Joaquim Passarinho observou que quem fizer um bom trabalho nesses dois anos pode conseguir se reeleger no pleito seguinte.

Texto: Hamilton Braga

Nenhum comentário:

Postar um comentário