Depois de matar, os acusados arrastaram o corpo da
vítima, cortaram o pescoço, fizeram um corte nas nádegas e atearam fogo no
cadáver na intenção de dificultar o reconhecimento. A crueldade chocou os
moradores de Ourilândia. A polícia prendeu e colocou à disposição da justiça
dois homens que teriam cometido a barbárie.
A Polícia Civil de Ourilândia do Norte prendeu os
acusados de autoria da morte de um homem que foi assassinado com requintes de
crueldade, na semana passada naquela cidade. Ronaldo Farias de Oliveira e um
menor de idade, que não teve a identidade revelada, são os principais acusados
de matar a pedradas, Carlos de Souza Oliveira. O crime ocorreu na madrugada da quarta-feira
(26), nas proximidades do terminal rodoviário de Ourilândia do Norte.
De acordo com informações do delegado Carlos Almeida, que
preside o inquérito, o assassinato ocorreu depois que Ronaldo e Carlos tiveram
uma discussão em um bar e começaram uma luta corporal. O menor, que acompanhava Ronaldo, armou-se de um pedaço de pau e
deu uma pancada na cabeça de Carlos que caiu ao chão. Não satisfeito, o
adolescente pegou uma pedra e bateu na cabeça do homem que teve o rosto totalmente
desfigurado. Ronaldo, conforme o delegado, também teria ajudado o menor acabar
de matar o algoz.
Ainda segundo o delegado, depois de terem cometido a
barbárie, os homicidas arrastaram o corpo da vítima, cortaram o pescoço,
fizeram um corte nas nádegas e atearam fogo no cadáver na intenção de dificultar
o reconhecimento. Os acusados jogaram fora os documentos e as roupas da vítima
e o menor ainda apossou-se da bota que o homem usava.
Depois do crime, de acordo com a polícia, Ronaldo e o menor foram dormir
tranquilos, como se nada tivesse acontecido. Neste momento uma equipe de policiais civis liderada
pelo delegado Luís Almeida, conseguiu prender os acusados que estavam escondidos
em uma casa no setor próximo de onde cometeram o crime. Ronaldo Farias, foi autuado
pelo crime de homicídio e transferido para o Presídio de Redenção. O menor foi
levado para um centro de internação de menores em Marabá. Dinho Santos

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