domingo, 8 de setembro de 2013

São Félix do Xingu: Polícia prende assassino de Nelson do Posto em tempo recorde

Após receber informação do crime de homicídio do empresário Nelson de Meira Cardoso, conhecido por “Nelson do Posto”, 54 anos, que foi morto na última sexta-feira (30), com 4 tiros de pistola em São Félix do Xingu.


O Superintendente de Polícia Civil do Araguaia Paraense, com sede em Redenção, o delegado Antônio Gomes de Miranda, designou o delegado José Carlos, lotado na Delegacia de Tucumã para acompanhar o caso, fazer as investigações enquanto o delegado titular Lenildo Mendes retornava do recesso. 
O crime que aconteceu na noite da última sexta-feira (30), foi solucionado de forma rápida pelo delegado. Após coletar todas as informações, uma equipe de investigadores, coordenada por José Carlos, saiu a campo e conseguiu prender o empresário Wagner Guimarães de Oliveira, 40 anos, que segundo a polícia matou Nelson do Posto, em plena via pública no centro comercial de São Félix do Xingu. A prisão ocorreu na tarde do sábado (31), após o crime ter acontecido.


Segundo a polícia, o acusado matou o empresário após uma discussão com a vítima. Wagner Guimaraes foi preso na casa dele, onde estava de forma tranquila como se nada tivesse acontecido.
O empresário, a principio negou a autoria do crime, mas uma testemunha ocular, que presenciou o crime e uma filmagem de uma câmera localizada em um estabelecimento comercial, foram provas suficientes para incriminar o acusado que durante um interrogatório com o delegado Lenindo Mendes e investigadores da Equipe Caveira, confessou o assassinato e disse onde estava a arma que ele havia cometido o crime.    
Com base nas provas apresentadas como filmagem do momento do crime e uma testemunha ocular do fato o delegado Lenildo Mendes, que assumiu o caso após retornar do recesso, solicitou a prisão preventiva do acusado.
Para matar Nelson do Posto, o acusado utilizou uma pistola 6.35 que estava  escondida dentro do veículo do homicida.
O Delegado Lenildo Mendes afirmou que com a confissão e a apreensão da arma de fogo usada no crime, o assassino deverá ficar preso à disposição da justiça e declarou como elucidado o assassinato. 

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