A traficante, Luana Pereira da Silva, 19 anos, acusada de participação no latrocínio do taxista Benoni Pereira, ocorrido na noite da última sexta-feira, foi encaminhada para o Presidio de Redenção, enquanto que a polícia continua na busca do paradeiro dos seus comparsas.
Luana é a principal acusada de ter atraido o taxista para a corrida da morte.
O taxista foi morto após Luana, que é uma velha conhecida da polícia, ter telefonado de dentro de um motel para o taxista, que fazia ponto no Terminal Rodoviário de Redenção, solicitando que o mesmo a fosse buscar no motel.
Do motel, já na companhia de Washington, Luana, solicitou que o taxista fosse até a casa do pai de seu namorado que fica localizado as proximidades do lixão na Rodovia PA 287, no sentido de Conceição do Araguaia.
No lixão a dupla chamou o clinica geral Wguisley Silva Rocha, que já tem diversas passagem pela polícia, que juntamente com Washington, assassinaram o taxista por estrangulamento, usando um fio elétrico e algumas chaves fazendo um torniquete no pescoço do taxista.
O corpo do taxista foi deixado as proximidades do lixão, sendo encontrado por familiares e pela polícia na manhã de sábado (15).
Após roubarem a matarem o taxista, os assassinos ainda tentaram fugir no carro da vitima, mas não foram muito longe devido ter acabado a gasolina do veiculo.
Luana, foi preso devido um sobrinho do taxista, ter feito uma ligação para o telefone celular do taxista ainda na noite do crime, e foi Luana, que atendeu a ligação dizendo que ele estava juntamente com ela em uma corrida.
Presa pela polícia, Luana, relatou os detalhes do crime, a sua participação e a participação dos outros elementos, que estão sendo procurados pela polícia, onde o Delegado Leonildo Mendes, estar de posse do pedido de Prisão Preventiva dos dois elementos expedido pela Justiça de Redenção. Segundo o Delegado Leonildo Mendes, todos os envolvidos na morte do taxista serão autuados pelo crime de latrocínio, cuja a pena varia de 20 a 30 anos de prisão. O elemento conhecido por Wgusley, e um velho conhecido da polícia, que desde de quando era adolescente já participava do mundo do crime, e que agora com a maioridade tornou-se um procurado da justiça. Dinho Santos

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