quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Lagarta ameaça lavoura de soja no sul do Pará

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A praga já causou enormes prejuízos nos estados de Mato Grosso, Goiás e Bahia. A Adepará previne os produtores sobre a possível entrada da lagarta no estado.

Por conta do alastramento pela praga Helicoverpa Armigera, o Pará publicou no Diário Oficial do Estado, uma série de medidas que dispõem sobre a prevenção e o controle da praga em território paraense. A portaria tem como objetivo orientar o produtor e as instituições que trabalham com a agricultura no estado. A praga avança e já chegou aos estados de Goiás e Mato Grosso. A Bahia já amargou prejuízos de R$ 1.6 bilhões devido à destruição provocada pela lagarta.


Segundo o diretor técnico da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Ivaldo Santana, a praga ainda não atingiu os plantios paraenses, mas, seguindo a orientação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Adepará está realizando o levantamento fitossanitário nas lavouras do estado, especialmente as de soja, localizadas nas regiões de Paragominas, Santarém e Redenção, principais zonas produtoras do Estado. Somente nos municípios de Redenção, Santa Maria das Barreiras e Santana do Araguaia, no sul do Pará, a expectativa dos produtores é de que sejam plantados mais de 10 mil hectares de soja, já na próxima safra.

De acordo com o produtor rural e pioneiro na plantação de soja na região, Leonir Rossetto, os produtores de soja do sul do Pará devem estar em alerta máximo sobre a Helicoverpa Armigera que é uma lagarta devastadora que ataca a vage da soja, destruindo por completo a produção. “Como é uma praga nova na lavoura o produtor deve estar em alerta para identificar a lagarta e tomar providências imediatas para combatê-la”, orienta. Conforme Rossetto, já existe inseticida no mercado paraense para o combate ao inseto, assim, basta o produtor estar atento ao surgimento da praga. “O ataque da lagarta na lavoura de soja do sul do Pará é quase inevitável uma vez que ela já está bem próxima, no Mato Grosso”, afirma Rossetto. João Lopes 

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